Novembro 25, 2016

A Amniocentese

A amniocentese é um estudo que se realiza durante a gravidez (normalmente entre as 16 e as 22 semanas). Permite extrair informação sobre o bebé com a finalidade de estudar possíveis transtornos no feto. Neste teste diagnóstico extrai-se uma pequena quantidade de líquido amniótico, que é o que rodeia e protege o feto. Uma das razões mais comuns para a realizar é determinar se o bebé tem alguma anormalidade cromossómica. São exemplo disso a Síndrome de Down ou Trissomia 21.

Como funciona a amniocentese?

O líquido obtém-se através de uma punção com uma agulha fina que se introduz através da parede abdominal do útero. Enquanto está a ser feita a punção, realiza-se uma ecografia para que a extração do líquido seja correta. Este procedimento dura normalmente entre 20 a 30 minutos. Pode sentir-se uma pequena pressão durante a prova, ainda que sem qualquer tipo de dor.

Além da amniocentese, o IVI oferece a possibilidade de realizar o teste Nace a partir da 8ª semana de gestação para conhecer possíveis alterações cromossómicas do feto. Este teste não pode ser considerado, em nenhum caso, um substituto à amniocentese. É um teste diagnóstico não invasivo e deteta 99,7% dos fetos com síndrome de Down, assim como outras anomalias frequentes (cromossomas 18, 13, X e Y), com fiabilidade idêntica.

 

É necessário fazer uma amniocentese depois de um tratamento com DGPI?

O DGPI consiste numa técnica de diagnóstico de alterações genéticas e cromossómicas nos embriões antes de serem transferidos para o útero materno. O estudo é levado a cabo em embriões obtidos através de procedimentos de Fertilização in Vitro mediante microinjeção intracitoplasmática.

Durante o terceiro dia de desenvolvimento embrionário realiza-se uma biópsia. Esta consiste na extração de uma ou duas células de cada embrião. A partir deste material biológico, e durante os dias 3 e 4, realiza-se uma análise genética, enquanto os embriões continuam o desenvolvimento em incubadoras. No dia 4 e 5 de desenvolvimento embrionário obtém-se o resultado do diagnóstico, o que permite identificar e transferir a mãe dos embriões saudáveis.

 

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1 comentário

  • Vanessa Oliveira says:

    boa tarde, gostaria de saber a resposta a esta pergunta:
    É necessário fazer uma amniocentese depois de um tratamento com DGPI?

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