Maio 25, 2016

Entrevista Bárbara Lourenço – embriologista

IVI
  1. Nome, cargo e há quantos anos estás no IVI Lisboa?

O meu nome é Bárbara Lourenço, sou embriologista clínica e estou no IVI há 2 anos.

  1. Qual a razão que te levou a escolher a tua profissão?

Foi o gosto pela biologia e pela área da saúde que me fez encontrar na embriologia a ciência que mais me desafia e apaixona. Poder associar a rotina de um laboratório à felicidade de ajudar um casal preenche a minha vida não só profissional como pessoalmente.

  1. Queres partilhar alguma história que tenha marcado o teu percurso no IVI?

Quase todos os dias há alguma situação que dá sentido ao que fazemos. A nossa maior felicidade é, de facto, ver as pacientes a engravidar com os embriões que gerámos em laboratório. Todos os testes positivos de gravidez são uma motivação para o nosso trabalho diário.

  1. Os embriologista trabalham no “coração” de uma clínica de fertilidade, querem contar-nos como é o dia a dia dentro do laboratório de fecundação in vitro?

No laboratório de fecundação in vitro geramos vida. Portanto o nosso dia-a-dia passa primeiro por preparar os gâmetas para gerarmos os embriões. Posteriormente acompanhamos e avaliamos o crescimento dos embriões dia-a-dia, preparamos e seleccionamos os embriões a transferir para a futura mamã e se for necessário procedemos à sua congelação. No fundo, o laboratório in vitro é uma pequena creche em que os embriões são as estrelas.

  1. Para a maioria das pessoas o que se passa dentro de uma laboratório de FIV, parece ser ficção científica. Como descrevem a sensação de gerarem vida no vosso dia a dia?

Como é natural, acho o trabalho que faço fascinante. Enquanto embriologista tenho a possibilidade de aplicar a ciência mais evoluída à rotina de um laboratório cujo objectivo é gerar novas vidas. E, de facto, para a comunidade em geral, todo este mundo parece muito futurista ou complicado mas cumpre-nos a nós, à equipa de bastidores, também descodificar e traduzir o melhor que podemos esta temática tanto aos pacientes como aos curiosos que nos procuram. Como qualquer outra especialidade tudo parece complexo mas quando vemos a aplicabilidade do que fazemos tudo se torna mais simples.

  1. O IVI faz 10 anos, diz-nos uma palavra que traduza o melhor de cada ano que passaste no IVI?

Empenho e dedicação.

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